
Em vez de uma oposição raivosa, o deputado estadual Ricardo Marcelo, do PEN, surpreendeu ao não se colocar contra a Medida Provisória 242, que congela o salário dos servidores estaduais, mas ressaltou a necessidade de um diálogo prévio com as categorias antes “de o martelo ser batido”.
Apesar também de não ter se declarado abertamente favorável, o parlamentar, que é empresário, gera empregos e também sente na pele ás oscilações da economia, reconheceu que a situação do país é ruim e a do Estado é pior ainda e bastaria apenas a abertura do diálogo para acalmar os ânimos dos servidores, dando perspectivas e projeções futuras de reajustes.
“O que acontece e sempre aconteceu é falta de diálogo. A situação do país é ruim e do Estado pior. Mas eu acredito que com o bom diálogo se resolve. Eu acho que o funcionário público merece uma certa atenção, mesmo que não tenha condições de oferecer reajuste ou majorar o salário, mas pelo menos dialogar, dá uma perspectiva futura, pois sabemos que a situação é ruim”, disse.
O salário pago na atualidade, conforme o deputado, não corresponde com as necessidades das pessoas, é uma regra inversamente proporcional que preocupa.
“A inflação está galopante, aviltando os salários que hoje não correspondem com as necessidades das pessoas. Então eu acho que o governo tem que dialogar primeiro para depois efetuar essas medidas que são danosas para o bolso do funcionário público”, disse
Márcia Dias
PB Agora
Apesar também de não ter se declarado abertamente favorável, o parlamentar, que é empresário, gera empregos e também sente na pele ás oscilações da economia, reconheceu que a situação do país é ruim e a do Estado é pior ainda e bastaria apenas a abertura do diálogo para acalmar os ânimos dos servidores, dando perspectivas e projeções futuras de reajustes.
“O que acontece e sempre aconteceu é falta de diálogo. A situação do país é ruim e do Estado pior. Mas eu acredito que com o bom diálogo se resolve. Eu acho que o funcionário público merece uma certa atenção, mesmo que não tenha condições de oferecer reajuste ou majorar o salário, mas pelo menos dialogar, dá uma perspectiva futura, pois sabemos que a situação é ruim”, disse.
O salário pago na atualidade, conforme o deputado, não corresponde com as necessidades das pessoas, é uma regra inversamente proporcional que preocupa.
“A inflação está galopante, aviltando os salários que hoje não correspondem com as necessidades das pessoas. Então eu acho que o governo tem que dialogar primeiro para depois efetuar essas medidas que são danosas para o bolso do funcionário público”, disse
Márcia Dias
PB Agora
Nenhum comentário:
Postar um comentário